Traga à memória aquilo que dá te esperança e propósito.
Hoje eu celebro o 16 de março de 2011, dia em que pegava meu “canudo” de jornalismo.
E relembro dos motivos que me levaram a escolher esta profissão.
Mas, nem sempre foi assim.
Na época não dava muita importância para comemorar minhas conquistas.
Lembro que foi um dia “suado”, cheio de contratempos que eu quase perdi minha própria formatura.
Também me lembro que não dei muita bola para um momento tão importante na minha vida acadêmica e profissional.
Estava completamente alheia ao que estava acontecendo naquele 16 de março.
Só queria chegar em casa e descansar pelo dia exaustivo, sem sequer respirar e parar um minuto para agradecer por ter chegado ali.
Afinal, foram quatro anos muito puxados para conciliar os estudos com o trabalho.
E o TCC, então? Esse foi o mais tenso de executar e entregar.
Tive um vizinho que me emprestava por loooongos dias o notebook dele para eu seguir escrevendo minha monografia, já que o computador de casa vivia desligando sozinho e temia perder tudo a cada segundo – na época, não conhecia os recursos de salvamento em nuvem.
Hoje celebro essa conquista e não me arrependo da profissão que escolhi, pois sabia que, em algum momento, ela me permitiria um encontro real e verdadeiro com a escrita.
Mas, não somente por causa dela, como, também, pelo ofício em si.
É que a escrita está diretamente ligada a compartilhar ideias com o mundo.
E o jornalismo me permite isso a cada conteúdo ou reportagem que produzo.
Eu me sentia – e me sinto – cumprindo uma missão ao difundir conhecimento com as pessoas.
E sigo me permitindo contribuir com o mundo por meio desse ofício que, depois da escrita, também me fez descobrir a função de ghostwriter (escritor-fantasma).
É o profissional que oferece a sua expertise na escrita para ajudar outras pessoas a pôr no papel – ou na web – o seu conhecimento.
É o caso, por exemplo, de alguém que gostaria de escrever um livro ou artigo, mas não tem habilidade com a organização de ideias por meio de palavras escritas.
Então, o ghostwriter entra com a sua habilidade de escrever e a pessoa leva os créditos por aquela obra, já que o conhecimento e intelecto é de quem o contratou para aquilo.
Se esse é o seu caso, vem comigo que eu te ajudo
Relembre suas conquistas e seja grato pelos desafios
Maiara Pires
Jornalista, Escritora e Produtora de Conteúdo Multimídia. Saiba mais: https://linktr.ee/maiarapiresescreve
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