Foto: Brunna Silva/GEA
Em preparação do Amapá para o mercado de petróleo, governador Clécio Luís conhece experiências do Porto de Niterói

Em preparação do Amapá para o mercado de petróleo, governador Clécio Luís conhece experiências do Porto de Niterói

Visita técnica no estado do Rio de Janeiro demonstrou dinâmica de empresas de óleo e gás e mostrou caminhos para preparar o Amapá para a chegada deste setor.


Em busca de soluções inovadoras para o Amapá, o governador Clécio Luís fez uma visita técnica ao Porto de Niterói (RJ), nesta segunda-feira, 29, conhecendo as atividades dos terminais do grupo Shore, referência inovadora em base offshore e operações integradas na América Latina.

O objetivo foi entender a dinâmica que pode ser adotada no Amapá, junto a um ecossistema de empresas do setor, com as possibilidades de operações de petróleo e gás na Margem Equatorial, para um futuro com avanço econômico, com geração de mais empregos, renda e desenvolvimento sustentável para o povo do Amapá.

“É um esforço muito grande para que a base das atividades de petróleo fique completamente no Amapá. Já temos a primeira base de abastecimento no Oiapoque, que foi uma grande vitória do Amapá. Agora nós queremos que a base de verticalização da cadeia de Óleo e Gás seja na nossa região portuária, aproveitando todo o potencial que o Porto de Santana nos oferece. Estamos numa maratona de visitas a empresários, investidores e instituições, que querem ajudar o Amapá nessa preparação. Esse aqui é o futuro do Amapá”, afirmou o governador Clécio Luís.

Governador Clécio Luís visitou Porto de Niterói e conheceu base logística para empresas de petróleo e gás no Rio de Janeiro

Governador Clécio Luís visitou Porto de Niterói e conheceu base logística para empresas de petróleo e gás no Rio de Janeiro

Foto: Fabiana Figueiredo/GEA

Responsável pela gestão do Terminal 2 do Porto de Niterói, a Nitshore oferece serviços de logística de ponta-a-ponta, com atividades de movimentação de cargas, alfandegamento para importação e exportação, armazenagens, tancagens de fluidos, abastecimento de água e combustíveis, gerenciamento de resíduos e reparos navais.

O grupo oferece no terminal um prédio que reúne escritórios e espaços de áreas comuns de uso pelas empresas que atuam no setor. Representantes da maioria dessas empresas estiveram presentes na 54ª Expofeira do Amapá, a maior feira de negócios da Amazônia.

“Temos o total interesse em ter atividade na área e estamos em diálogo com o Governo do Amapá para concretizar isso. O Amapá precisa ser desenvolvido e, se tiver essa base, vai ajudar muito na operação”, descreveu o diretor da Nitshore, Gilson Gonçalves Ribeiro Junior.

Com potencial para exploração de petróleo, Amapá possui condições para receber base logística

Com potencial para exploração de petróleo, Amapá possui condições para receber base logística

Foto: Fabiana Figueiredo/GEA

O responsável pela maior base logística offshore da América Latina já esteve no Amapá e no mês de junho apresentou ao governador a proposta de instalação de uma base logística no estado.

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Em missão no Rio de Janeiro, o governador cumpriu agendas institucionais que fortalecem a atuação do Governo do Estado em preparar e transformar o Amapá num polo estratégico na exploração de petróleo. A comitiva no terminal também foi composta pelos diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico (Agência Amapá), Wandemberg Pitaluga Filho; pelo diretor de Óleo e Gás da Agência Amapá, Antônio Batista; pelo secretário de Relações Governamentais do Amapá em Brasília, Aziel Araújo; e pelo deputado estadual Rodolfo Vale.

Base logística dá suporte a empresas que atuam no setor de petróleo e gás na costa do Rio de Janeiro

Base logística dá suporte a empresas que atuam no setor de petróleo e gás na costa do Rio de Janeiro

Foto: Fabiana Figueiredo/GEA

Políticas públicas no novo setor industrial
Como parte dessa mesma agenda de fortalecimento da cadeia produtiva de petróleo e gás no estado, os Governos do Amapá e do Rio de Janeiro firmaram uma parceria técnica estratégica para troca de informações, programas de capacitação e o desenvolvimento conjunto de ações voltadas ao setor, contribuindo diretamente para a estruturação de políticas públicas que sustentem o crescimento dessa nova frente econômica.

Gilson Junior, diretor na Nitshore, explicou dinâmica do terminal para a comitiva do Amapá

Gilson Junior, diretor na Nitshore, explicou dinâmica do terminal para a comitiva do Amapá

Foto: Fabiana Figueiredo/GEA

A iniciativa se apoia na expertise do Rio de Janeiro, referência nacional na produção de petróleo e gás natural, e visa garantir que o Amapá esteja preparado técnica e institucionalmente para os desafios e oportunidades que surgem com a possível exploração da Margem Equatorial. Trata-se de mais um passo na consolidação do estado como polo logístico e produtivo da indústria petrolífera no Brasil.

Offshore
Offshore é um termo da língua inglesa que, em português, significa “afastado da costa”. A palavra designa empresas que exploram matérias-primas em alto-mar, como petróleo e gás.

Por Fabiana Figueiredo

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