Polícia Civil
Em Macapá, Polícia Civil prende foragido da Justiça do Pará por tráfico de drogas

Em Macapá, Polícia Civil prende foragido da Justiça do Pará por tráfico de drogas



Neste domingo, 3, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), durante a Operação Shamar, prendeu um homem de 36 anos, foragido da Justiça do município de Portel, no Pará, pelo crime de tráfico de drogas.

O homem foi localizado após denúncia de lesão corporal em contexto de violência doméstica, supostamente praticada contra sua enteada, que sofreu ferimentos na região da boca.

A DEAM ao atender a ocorrência, confirmou a existência de um mandado de prisão em aberto contra o acusado. Imediatamente, a equipe se dirigiu ao endereço informado. No local, algumas pessoas consumiam bebidas alcoólicas e, ao serem questionadas, negaram saber o paradeiro do suspeito.

Durante as buscas no imóvel, um dos cômodos foi encontrado trancado. Ao acessá-lo, os policiais localizaram o homem escondido dentro do quarto, com ferimentos visíveis, incluindo um corte na cabeça e sangramento no pulso. O pátio da residência também apresentava marcas de sangue. Questionado, ele admitiu ter agredido a enteada com um tapa no rosto e afirmou que, em seguida, foi atacado por algumas pessoas presentes na casa. Ele não soube identificar os agressores e disse não ter buscado atendimento médico por conta própria.

O investigado também confessou estar foragido do Pará, onde utilizava tornozeleira eletrônica, a qual rompeu antes de fugir para o Amapá. Segundo ele, estava no estado há pouco tempo e trabalhava como ajudante de pedreiro.

O homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Unidade Básica de Saúde (UBS) para atendimento médico.

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A delegada Marina Guimarães, titular da DEAM, destacou a importância da denúncia para a prisão do suspeito:

“A pronta comunicação dos fatos permitiu que a equipe localizasse o acusado ainda no mesmo dia, garantindo a segurança da vítima e evitando que novos crimes fossem cometidos. Muitas mulheres deixam de procurar a polícia por medo ou vergonha, mas cada denúncia é essencial. Denunciar salva vidas”, afirmou a delegada.

Ascom/Polícia Civil

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