Atletas abandonam o esporte e passam a lucrar com conteúdo adulto após falta de retorno financeiro
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Atletas abandonam o esporte e passam a lucrar com conteúdo adulto após falta de retorno financeiro

Com altos custos, pressão por desempenho e ganhos incertos, atletas relatam por que trocaram a carreira esportiva pela monetização do próprio corpo


O corpo que antes era preparado para o alto rendimento esportivo passou a ser também uma fonte direta de renda. Diante de anos de investimento sem retorno proporcional, atletas e fisiculturistas têm deixado o esporte para monetizar a própria imagem em plataformas digitais, onde os ganhos podem superar, em poucos meses, tudo o que foi conquistado em anos de competição.

 

Casos recentes ajudam a dimensionar essa mudança de trajetória. A australiana Renee Gracie, hoje com cerca de 29 anos, deixou o automobilismo profissional após enfrentar dificuldades financeiras no esporte e passou a atuar em plataformas de conteúdo adulto, onde afirma ter faturado milhões de dólares após a mudança de carreira, destacando que buscava uma fonte de renda mais estável e previsível. No futebol, a inglesa Madelene Wright, de 25 anos, teve a carreira impactada após polêmicas fora de campo e encontrou nas plataformas digitais uma alternativa mais lucrativa, relatando ganhos superiores aos obtidos como atleta profissional.

 

O movimento também é observado no fisiculturismo, onde os custos elevados com preparação, alimentação e competições nem sempre são acompanhados por retorno financeiro. O norte-americano Nick Trigili, de 40 anos, afirma que muitos atletas têm buscado novas formas de monetização fora das competições, após anos de investimento sem garantia de lucro, o que tem impulsionado a migração para plataformas digitais.

 

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No Brasil, o ex-fisiculturista Rafael Martinz, de 24 anos, seguiu caminho semelhante após perceber que a rotina intensa de treinos, dieta e competições não se convertia em retorno financeiro. Após migrar para plataformas de conteúdo adulto, ele afirma ter faturado mais de R$ 2 milhões em menos de um ano, transformando o próprio corpo em seu principal ativo comercial. Ele relata que a decisão veio após anos de dedicação sem recompensa financeira proporcional. “Passei anos vivendo uma rotina extremamente rígida, investindo alto no meu corpo e competindo, mas sem retorno financeiro real. Hoje eu consigo ganhar em um mês o que não ganhava em anos no fisiculturismo, com liberdade para trabalhar de onde quiser”, conclui.


 

Créditos: @rafamarttinz2 | CO - Assessoria


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