A história do Amapá é, no mínimo, curiosa. Ela foi desmembrada do estado do Pará em 1943 e permaneceu até 1988 como o Território Federal do Amapá, sendo que apenas durante a redemocratização do país que o local foi elevado a ser um estado.
Là, há 829 mil habitantes, sendo que os indicadores sociais incluem o fato de que o Amapá possui a 14ª menor incidência de pobreza, a 7ª menor taxa de analbetismo e o 15º maior PIB de renda per capita do país.
Já a origem do nome vem da língua Tupi, já que “Amapá” significa “Lugar da Chuva” (“Ama” - “Chuva” e “Paba” - “Lugar”). Também há fontes que indicam que a palavra é de origem aruaque e é derivada de amapazeiro, que era como os habitantes do local argumentavam sobre um árvore típica da região.
Já os primeiros habitantes foram indígenas waiãpi, palikur, maracá-cunani e tucuju. Pensando nisso, decidimos selecionar seis pontos turísticos do Amapá. Hoje em dia é um estado industrializado, com alta tecnologia, shopping onde você pode acessar computadores para jogar o Cassino NetBet (clique aqui) etc.
1 - FORTALEZA DE SÃO JOS
Esta fica localizada a esquerda do Rio Amazonas, próximo a antiga Província dos Tucujus. Vindo desde a época do Brasil Colônia, ela foi construída entre 1764 e 1782 sob a autoria do engenheiro Henrique Antônio Gallúcio.
Feita em formato de estrela, a construção foi desenvolvida com pedras retiradas de rios próximos e teve participação de portugueses, índios e escravos em sua construção. O espaço fica aberto a visitação diariamente e a entrada é gratuita, podendo ser acompanhado por um monitor ou um guia de turismo. O local também é muito frequentado por escolas.
No dia 22 de março de 1950, o local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e, mais recentemente, ganhou uma reforma do governo do estado.
2 - CASA DO ARTESÃO
Sendo o maior centro artesanal do Amapá, o objetivo é promover também o artesanato indígena, como o dos povos Waiãpi, Karipuna, Palikur, Galibi, Apari, Waina, Tirió e Kaxuiana. As peças são feitas com materiais típicos do local, como madeira, argila, fibra vegetal, sementes, penas e elementos da natureza, mas com o cuidado de não impactarem a mesma.
A Casa do Artesão também é conhecida por ter uma praça de alimentação com excelência na culinária local, incluindo pratos típicos como Pescada de Gurijuba; Tucunaré na Brasa; Tacacá; Camarão no Bafo e outros.
3 - CENTRO DE CULTURA NEGRA
Ele surgiu para valorizar e preservar a cultura negra, incluindo a religiosidade e também negros que entraram para a história do país. É um lugar de grande visitação, em especial no mês de novembro, quando é comemorado o dia da consciência negra.
Seu membros também promovem diversos eventos, como a “Caminhada Zumbi dos Palmares” e a “Missa dos Quilombos”. Além disso, o espaço conta com seis blocos, um museu para visitação diária, um espaço afro-religioso e um auditório onde há peças de teatro e apresentações de espetáculo.
4 - ORLA DE MACAPÁ
Considerado um ponto turístico exuberante, a Orla de Macapá é um excelente local para passar um final de tarde e acompanhar um belo pôr do sol, além de contar com uma grande quantidade de bares, restaurantes e quiosques destinados a todas as idades. Há bares com música ao vivo, festas em datas comemorativa e um belo visual.
5 - MUSEU SACACA
Este é um museu que tem como objetivo fazer réplicas de construções indígenas e ter toda a ambientação da Amazonia. Há árvores com diversas frutas típicias do Brasil e é uma excelente oportunidade para expandir seus conhecimentos. Segundo uma análise feita pelo Antonio Sérgio Naia, de São Paulo, ao canal Trip Adviser, o local é imperdível.
“Em plena cidade um pouquinho da Amazonia. Adorei conhecer todas as árvores que produzem aquelas delícias que conhecemos: açaí, taperebá, pupunha, cupuaçu...Também as réplicas das casas do ribeirinho, da parteira... Não há como se descrever, tem que se conhecer....O local é lindo, bem cuidado, uma paz, tranquilidade que retrata muito bem toda a magia da Amazonia. Imperdível também o restaurante. Comida simples e deliciosa.”
6 - PARQUE ARQUEOLÓGICO DO SOLSTÍCIO
Este fica no extremo norte do estado, dentro do município de Calçoane, sendo um sítio arqueológico de arte rupestre que é alvo de muito debate entre historiadores e também de muitos estudos.
São 127 rochas em formato circular que ficam no topo de uma colina. Acredita-se que ele tenha sido construído como uma espécie de antigo observatório pelos povos indígenas. Há um círculo megalítico com 30m de diâmetro feitos em pedras de granito com 4 metros de comprimento. Supõe-se também que eles tenham sido construídos há cerca de mil anos atrás, e que foram utilizados por, pelo menos, trezentos anos.
Sabe-se que um dos blocos foi posicionado de modo que o sol, durante o solstício de inverno, fique pino sobre este, de modo que a sombra desaparece. O posicionamento da rocha também dá projeção de sombras durante todo o dia de forma diminuta.
