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Bioeconomia

1° Workshop para Construção do Plano da Sociobioeconomia conta com órgãos estaduais e instituições internacionais

Marca a construção do Plano Estadual de Apoio à Sociobioeconomia, reúne especialistas para debater as oportunidades de desenvolvimento nas zonas rurais e urbanas, com crescimento econômico sustentável e uso racional dos recursos naturais.

A
Redação Amapá Digital 14/08/2024 às 00:00
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1° Workshop para Construção do Plano da Sociobioeconomia conta com órgãos estaduais e instituições internacionais

A superintendente do Sebrae, Alcilene Cavalcante; o governador do estado, Clécio Luis Vieira; a secretária de Meio Ambiente, Taísa Mendonça, junto ao presidente do Conselho do Sebrae em exercício, Jurandil Juarez e a diretora técnica, Suelem Amoras; assinaram na abertura do 1° Workshop que inicia a construção do Plano Estadual de Apoio à Socio bioeconomia, o memorando de entendimento que formaliza o apoio do Sebrae ao processo, que deve ser apresentado durante a COP30, em novembro de 2025, no Pará/PA.

A superintendente do Sebrae, Alcilene Cavalcante, destaca um momento de grande importância para o que estão trabalhando no Amapá, na construção da bioeconomia que é o setor do desenvolvimento econômico forte para todos no estado. 

“Para nós amazônidas significa construir a economia com bases nas nossas riquezas, no aproveitamento sustentável e de excelência em todo o nosso potencial. Essa construção é conjunta entre várias instituições do Amapá, instituições nacionais, profissionais referências nacionais que nos auxiliam nessa construção para irmos à COP30 com produtos e entregas importantes”, disse a superintendente Alcilene Cavalcante.

 

GEA

Para o governador do Amapá, Clécio Luis Vieira, esse debate não começou agora e muito menos terminará, lembrou do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA), que foi uma das tentativas para a bioeconomia; mas destacou o Selo Amapá, como o maior programa de bioeconomia do Brasil, com mais de mil produtos nas prateleiras e nas gôndolas dos mercados, à disposição para consumo; e o surgimento do bioaçaí que vai processar o caroço e transformar em combustível, e várias iniciativas, umas mais isoladas e outras mais articuladas, mas que está acontecendo.

“Esse evento é importante porque queremos construir juntos, a muitas mãos, vários pensamentos, e consensos. Não tem uma só saída, tem várias. O plano de bioeconomia, produtos do Selo Amapá, incentiva a verticalização da nossa produção, vamos apostar nisso, é isso que nós queremos fazer, com quem pode produzir conhecimento concatenados e que possa aproveitar o crescimento teórico, mas sobretudo, e também apostar na pesquisa”, declarou o govenador Clécio Luis.

Ele, defendeu a exploração do petróleo. “Defendo que isso faça parte do nosso programa, do nosso plano de bioeconomia, porque nós precisamos do petróleo como matriz econômica e fonte de financiamento da bioeconomia. Não tem contradição, antagonismo insuperável em produzir petróleo e produzir produtos da floresta. Temos que instigar isso”, afirmou o governado Clécio Luis.

O presidente do Conselho do Sebrae em exercício, Jurandil Juarez, assegurou que é visível o que está acontecendo de mudança na economia do Amapá, a exemplo o que está acontecendo com a cultura e produção do açaí, ao mesmo tempo em que existe a forma tradicional de identificar onde tem o açaí com a bandeirinha vermelha e os que produzem e já disponibilizam a leitura no QR Code.

“Nunca aconteceu na história do mundo que se tivesse ao mesmo tempo funcionando simultaneamente, tão expressivas mudanças como a nossa tradicional bandeirinha e o QR Code; mas isso não é suficiente para que a gente perceba o quanto é possível a gente  avançar e ganhar com essas mudanças, porque é verdade que temos uma rica biodiversidade, mas também é verdade que estamos vivendo uma situação que os nossos índices econômicos e sociais  não se batem, não são compatíveis com aquilo que é possível e podemos fazer como contribuição”, alegou o presidente do Sebrae em exercício, Jurandil Juarez.

Para ele, o workshop mira a COP30 que vai acontecer ano que vem , mas também é uma oportunidade para continuar uma discussão, para formar o plano de desenvolvimento  da bioeconomia do estado, como uma peça técnica e legal que oriente os vários segmentos e os esforços que são feitos.

O workshop continua até esta quarta-feira, 14, no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AP).

Por Denyse Quintas

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