"Amapá por Todas Elas": Instituições da Rede de Atendimento à Mulher realizam blitz educativa em Oiapoque
- 16/08/2025
- Direito das mulheres
Além dos motoristas, ciclistas, motociclistas, os membros da RAM visitaram moradores nas proximidades do bairro central.
As ações da campanha “Amapá por Todas Elas” para celebrar o Agosto Lilás, mês de enfrentamento e combate a violência doméstica e de gênero do Governo do Amapá, continuam acontecendo em todo o estado. Dessa vez, a blitz educativa aconteceu em conjunto com os membros da Rede de Atendimento à Mulher (RAM) de Oiapoque, na Rua Barão do Rio Branco centro da cidade.
A iniciativa integra a "Shamar", operação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que acontece simultaneamente em todo o Brasil, e foi executada na quinta-feira, 14, pela equipe do Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram) de Oiapoque, Ministério público e Patrulha Maria da Penha.
Além da conscientização feita por panfletos informativos com os números para denúncias, endereços e serviços dos centros, tipo de violência e legislação, aos motoristas, ciclistas, motociclistas e pedestres, os membros percorreram mais de 32 casas na área de ponte da Rua Lélio Silva. Como explicou a coordenadora do Cram, Nátane Oliveira.
“Uma ação necessária onde o Governo do Estado leva informações relevantes, principalmente para as comunidades, dentre tantos temas, sobre o Cram, como equipamento público que atua pelo fim da violência contra a mulher", ressaltou a coordenadora.
Coordenadora do Cram, Nátane Oliveira (branco) durante atuação da Patrulha
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Foto: Divulgação Cram Oiapoque
Além da mobilização educativa, a ação realizou a fiscalização das vigências de medidas protetivas pelos servidores da segurança. A sargento Hellen Tavares, de 43 anos, integra a Patrulha Maria da Penha discorreu sobre a atividade.
"Fazer essa mobilização durante o mês de enfrentamento à violência contra as mulheres é muito significativo, porque somente com conscientização é possível fazer a transformação social, estamos indo de porta em porta, incentivando para que ninguém fique calado", pontou a sargento.
Por Alice Palmerim

