Influencer usa IA para simular corpo sem tatuagens e decide investir mais de R$ 40 mil para remover tatuagens, incluindo uma íntima
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Influencer usa IA para simular corpo sem tatuagens e decide investir mais de R$ 40 mil para remover tatuagens, incluindo uma íntima

“Eu fiz tatuagens como forma de rebeldia na adolescência e hoje me arrependo, principalmente de uma íntima”, afirma Ravena Hanniely


A influenciadora Ravena Hanniely, de 24 anos, afirma que estuda remover algumas tatuagens do corpo após um processo de mudança pessoal e estética. Conhecida por sua exposição nas redes sociais, participação no Carnaval e projetos internacionais, ela diz que cogita investir até R$ 40 mil em um procedimento cirúrgico para eliminar definitivamente os desenhos.

 

Ravena, que ganhou visibilidade ao compartilhar sua rotina de preparação corporal e decisões pessoais, explica que o incômodo não é recente, mas se intensificou com o passar do tempo. “Eu fiz em uma fase diferente, com outra cabeça. Hoje eu olho e não me identifico mais. Meu corpo mudou, minha imagem mudou, e essas tatuagens não acompanham mais isso”, diz.

 

Segundo ela, a decisão não passa apenas por estética, mas por posicionamento. Ao longo dos últimos meses, a influenciadora vem reforçando uma imagem mais alinhada com trabalhos como ensaios, campanhas e aparições públicas. “Meu corpo faz parte do meu trabalho. Cada detalhe comunica alguma coisa, então quando algo deixa de fazer sentido, eu preciso rever”, afirma.

 

A influenciadora relata que chegou a considerar métodos mais comuns, como o laser, mas avalia que, dependendo da área e do tipo de pigmentação, a remoção cirúrgica pode ser mais eficiente. “Eu sei que é um processo mais agressivo e mais caro, mas também é mais definitivo em alguns casos. Estou analisando tudo com calma antes de decidir”, explica.

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Com histórico de investimentos em estética e preparação para o Carnaval, Ravena afirma que vê o procedimento como mais uma etapa dentro da construção da própria imagem. “Eu já investi muito no meu corpo ao longo dos anos. Se for necessário investir mais para me sentir alinhada com quem eu sou hoje, faz parte”, diz.

 

Ao final, ela reforça que o arrependimento não é incomum, mas que prefere lidar com isso de forma prática. “Muita gente se arrepende e acaba deixando para lá. Eu prefiro resolver. Se não me representa mais, eu vou lá e mudo”, conclui.

 

 

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