Esposa de ex-galã da Globo explica orgasmo tântrico e afirma: “vai muito além da performance”
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Esposa de ex-galã da Globo explica orgasmo tântrico e afirma: “vai muito além da performance”

“Eu não ensino só técnica, ensino presença”, afirma Didy Reis


Esposa de ex-ator de Malhação, Diogo Venturieri, de 43 anos, Didy Reis, de 26, afirma que seu trabalho como terapeuta holística e orientadora sexual vai além da prática íntima e envolve também comportamento, energia e consciência corporal. Segundo ela, foi dentro da relação que o casal passou a vivenciar experiências ligadas ao sexo tântrico, ampliando a forma como enxergam o prazer e a conexão.

 

Didy explica que o maior erro ao falar sobre o tema é tratar o orgasmo tântrico como algo técnico ou exagerado. Ela afirma que a prática está relacionada à sensibilidade e à forma como o corpo é percebido. Segundo ela, o orgasmo estendido acontece quando o prazer deixa de ser um objetivo final e passa a ser um processo contínuo. “A maioria das pessoas foi condicionada a viver o prazer com pressa, e isso limita completamente o corpo”, afirma. “Quando você aprende a sustentar a sensação, o prazer se expande e deixa de ser um ponto final.”

 

Diogo conta que o contato com esse universo começou dentro da própria relação. Ele afirma que, no início, não entendia completamente, mas que a experiência prática mudou sua percepção sobre o prazer. Segundo ele, a vivência trouxe uma nova forma de enxergar a intimidade, que não se limita a um momento específico.

 

Didy afirma que o trabalho que desenvolve não começa no contato físico, mas na forma como a pessoa se conecta consigo mesma e com o outro. Ela destaca que práticas como respiração, presença e consciência são fundamentais nesse processo. “A maioria evita esse nível de conexão porque exige vulnerabilidade, e sem vulnerabilidade não existe profundidade”, diz.


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Segundo o casal, essa mudança impactou diretamente a relação, que passou a ser vivida de forma mais consciente no dia a dia. Eles afirmam que a intimidade deixou de ser algo pontual para se tornar parte da rotina. Didy também afirma que o relacionamento segue uma dinâmica não monogâmica, baseada em liberdade individual, respeito e diálogo constante.

 

Para ela, falar sobre prazer ainda é um tabu, principalmente quando parte de uma mulher que se posiciona. “Eu não estou aqui para agradar. Estou aqui para educar e provocar reflexão. Quem está pronto entende. Quem não está, julga”, conclui.

 


 

Créditos: @eudiogoventurieri | @didiireiis | CO - Assessoria

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