Crédito: Iago Fonseca/GEA
Amapá é referência nacional na geração de emprego e registra em nove meses mais de 7 mil novos postos de trabalho

Amapá é referência nacional na geração de emprego e registra em nove meses mais de 7 mil novos postos de trabalho

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).


A partir das políticas públicas do Governo do Estado, de janeiro a setembro de 2025, foram gerados 7.409 empregos com carteira assinada no Amapá, um crescimento de 7,76%, mais que o dobro da média nacional. É o que aponta os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O levantamento revela o avanço contínuo do Amapá com índices superiores à média nacional, de 3,64%, e da região Norte, com taxa de 4,59%. Os números reforçam os resultados das ações estratégicas da gestão estadual, com impacto direto no setor econômico, que vem apresentando um dos maiores ciclos de geração de empregos formais.

Vice-governador Teles Júnior
Vice-governador Teles Júnior
Foto: Lidiane Lima/GEA

“O Amapá vem mantendo uma tendência de evolução na geração de empregos formais, o que evidencia um resultado muito sólido da política econômica de desenvolvimento que vem sendo adotada e efetivada pelo Governo do Estado. O investimento em grandes eventos que fortalecem o turismo, e o empreendedorismo, assim como o investimento em capacitação, são iniciativas que contribuem para o alcance e continuidade dos nossos índices positivos“, destacou o vice-governador, Teles Júnior.

Políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo contribuem para avanço geração de emprego
Políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo contribuem para avanço geração de emprego
Foto: Jorge Júnior/GEA

Os números do Novo Caged indicam também que, nos nove primeiros meses do ano, o setor de serviços foi o destaque, com 4.866 novas vagas, seguido pelo comércio (1.295), indústria (692) e agropecuária (260).

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A partir das políticas públicas de valorização profissional, com investimentos em capacitações técnicas e formação continuada, a tendência é que os índices melhorem ainda mais, com a possibilidade de fechamento de 2025, com mais 9 a 10 mil novos empregos formais.

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