Corregedoria-Geral do MP-AP publica calendário da Correição Ordinária de 2026
- Rita Torrinha
- 07/01/2026
- Institucional
A Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP) publicou a Portaria nº 0000043/2025-CG-MPAP, que estabelece o Calendário da Correição Ordinária para o exercício de 2026, abrangendo as unidades das Procuradorias de Justiça, Promotorias de Justiça de Entrância Final e Inicial, além de outras unidades ministeriais
De acordo com o documento, as atividades terão início no dia 10 de fevereiro de 2026, com a realização das correições nas 1ª e 2ª Procuradorias de Justiça, seguindo-se as demais unidades da capital e do interior ao longo do ano, conforme cronograma oficial publicado no Diário Eletrônico do MP-AP, Edição nº 002/2026
Neste exercício, a Correição Ordinária terá como tema “Taxonomia”, com foco no uso adequado dos códigos taxonômicos e no aprimoramento dos registros nos sistemas institucionais. A iniciativa busca assegurar maior precisão e confiabilidade às informações estatísticas do Ministério Público do Amapá, além de fortalecer a organização e a padronização dos dados institucionais
A portaria destaca que a correição tem como objetivos manter a regularidade e a eficiência dos serviços prestados, promover a transparência, reforçar a responsabilidade funcional e assegurar o cumprimento dos prazos processuais e administrativos em todas as unidades do MP-AP
Ao longo de 2026 serão inspecionadas as Promotorias Criminais, Cíveis, Especializadas, Centros de Apoio Operacional (CAOs), núcleos e promotorias das comarcas do interior, como Santana, Mazagão, Porto Grande, Ferreira Gomes, Pedra Branca do Amapari, Tartarugalzinho, Oiapoque, Laranjal do Jari, Vitória do Jari, entre outras.
A corregedora-geral do MP-AP, procuradora de justiça Estela Sá, destaca que a escolha do tema deste ano reforça a busca por maior qualidade das informações institucionais.
“A correição de 2026 foi planejada com foco na melhoria da classificação das atividades finalísticas do Ministério Público. Ao trabalharmos a taxonomia de forma mais precisa, garantimos dados estatísticos confiáveis, fortalecemos o planejamento institucional e qualificamos ainda mais a atuação dos membros e servidores em todo o estado”, afirma.
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