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Foto: Lorena Lima/Sesa
Hospital da Mulher Mãe Luzia e Ministério Público debatem violência obstétrica e o impacto na saúde materna
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Hospital da Mulher Mãe Luzia e Ministério Público debatem violência obstétrica e o impacto na saúde materna

  • 10/05/2025
  • Maternidade
Encontro contou com escutas, acolhimento, orientação e estratégias de enfrentamento para os profissionais de saúde da maternidade.


A garantia de um parto humanizado, sem traumas é um trabalho permanente de conscientização dos profissionais de saúde que atuam no Hospital da Mulher Mãe Luzia, em Macapá. Na quinta-feira, 8, a unidade recebeu o Ministério Público do Amapá (MP-AP) para debater sobre estratégias de enfrentamento à violência obstétrica.

O momento foi de escuta, acolhimento entre a equipe e reafirmação da vocação de atuar na assistência à população. As atividades fazem parte do círculo de prática da justiça restaurativa desenvolvido pela Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde e do Centro de Apoio Operacional da Saúde do MP.

Cristiani Barros, diretora do Hospital da Mulher Mãe Luzia

Cristiani Barros, diretora do Hospital da Mulher Mãe Luzia

Foto: Lorena Lima/Sesa

Essa é mais uma ação de melhoria no atendimento das pacientes que buscam a maternidade. A diretora do Hospital da Mulher Mãe Luzia, Cristiani Barros, ressalta o compromisso do Governo do Estado em oferecer assistência integral às mulheres, que inclui ainda avanços na estrutura hospitalar.

"Estamos vivenciando um novo processo, uma nova estrutura e é importantíssimo que a assistência acompanhe o processo de melhoria. Não adianta você ter uma enfermaria melhorada e uma assistência que não corresponde a isso. Então, nós queremos entregar o pacote de melhorias para a população, que é estrutural e assistencial", pontuou a diretora.

Cerca de 30 profissionais da maternidade Mãe Luzia fizeram parte do círculo de práticas restaurativas do MP

Cerca de 30 profissionais da maternidade Mãe Luzia fizeram parte do círculo de práticas restaurativas do MP

Foto: Lorena Lima/Sesa

Trazer o Ministério Público para dentro da instituição, não significar estar junto de uma entidade punitiva ou de pressionar o servidor, "mas sim, de aproximá-lo, ouvi-lo também para entender quais são as necessidades dele enquanto sujeito, como participante do processo, e do que pode ser feito para melhorar a assistência", completou Cristiani.

A presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres, Alzira Nogueira, explicou que o objetivo é formular um plano de trabalho que vai resultar numa carta compromisso para que o Ministério Público junto com as maternidades públicas e privadas do estado, trabalhem juntos para fortalecer a promoção do parto humanizado.

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Alzira Nogueira, presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres e servidora do Ministério Público

Alzira Nogueira, presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres e servidora do Ministério Público

Foto: Lorena Lima/Sesa

“É com satisfação que realizamos o círculo de diálogo com o uso das técnicas e metodologias das práticas de justiça restaurativa para abordar a violência obstétrica. É extremamente desafiador no contexto local, nacional e internacional, e atravessa a assistência em saúde. No Amapá, há dois anos o Ministério Público, em conjunto com as equipes das maternidades Mãe Luzia e Bem Nascer, têm desenvolvido um trabalho muito firme para criar estratégias, com vistas a superar essa problemática”, explicou Alzira.

Durante o evento, o MP distribuiu a cartilha "Zero Violência Obstétrica" com conteúdo sobre a violência obstétrica, os tipos, como evitar, direitos da mulher, o que fazer e onde procurar ajuda, além de leis e atos normativos. Participaram do encontro enfermeiras, técnicas em enfermagem, médicas, obstetras, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogas e administradoras do Hospital da Mulher Mãe Luzia.

Violência Obstétrica 

São práticas que provocam danos à integridade física, psicológica e sexual de gestantes no pré-parto, trabalho de parto e no pós-parto, e em situações de abortamentos, envolvendo violência, agressão e negligência. A violência obstétrica também é classificada como uma violência de gênero.

Os profissionais da saúde têm um papel fundamental de combater e evitar essa violência obstétrica, promover a assistência efetiva e humanizada.

Por Lorena Lima

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