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“É emocionante ver essa variedade de idades. São vozes de todas as fases da vida”, disse a idealizadora do prêmio, Bárbara Cortesi . Foto: divulgação.
Dos 18 aos 90 anos: pessoas que sonham em escrever um livro
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Dos 18 aos 90 anos: pessoas que sonham em escrever um livro

  • Redação
  • 13/12/2025
  • Cultura
Perfil dos inscritos em Prêmio Carioca de Contos revela como o desejo de ter uma história contada em livro atravessa gerações


Escrever um livro. Este é um sonho que não possui limitador de idade. Isto é o que revela o perfil dos inscritos no Prêmio Carioca de Contos 2025. Em sua primeira edição, o concurso idealizado pela escritora e produtora cultural Bárbara Cortesi recebeu inscrições de diferentes gerações, inclusive de pessoas com 90 anos que ainda desejam ver seu nome marcado na capa de uma obra literária. O prêmio busca valorizar o talento local e dar voz à pluralidade da escrita produzida no Rio de Janeiro.
 

A análise etária dos inscritos mostra que o prêmio atraiu desde jovens de 18 anos até autores de mais de 90 anos. Para além dessa curiosidade, chamam atenção a presença de autores na casa dos 70(8,7%) e dos 80 anos (2,5%), o que reforça que a escrita segue como espaço de memória, expressão e potência criativa ao longo da vida.
 

A maior parte dos inscritos está entre 40 anos (21,7%), 60 anos (19,2%) e 30 anos (18,6%), formando um mosaico intergeracional raro em concursos literários.
 

“É emocionante ver essa variedade de idades. A literatura carioca não tem uma só cara, e os inscritos mostram isso com muita força. São vozes de todas as fases da vida, escrevendo sobre o que vivem, observam e imaginam e, sim, sonham com uma carreira literária”, afirma Bárbara Cortesi.
 

Para além da variedade na faixa etária, o desejo de virar autor de livros até mesmo de se projetar no cenário literário brasileiro é compartilhado com pessoas das mais diferentes ocupações: entre os inscritos no prêmio há gari, médico, professor, jornalista, arquiteto, advogado, engenheiro, entre tantas outras. São pessoas também com variados graus de escolaridade, incluindo pós-graduados que conhecem bem a escrita a acadêmica, mas querem se aprofundar na arte literária, formando um panorama rico e diverso.
 

Participação por zona, bairros e ruas: um retrato do Rio

Embora a Zona Norte tenha registrado o maior número com 37% das inscrições, em termos absolutos, a análise por bairros e ruas mostra que a distribuição é diversa e cheia de nuances: A Tijuca (Zona Norte) ficou em primeiro lugar, mas em seguida vieram Botafogo, Copacabana e Laranjeiras, todos da Zona Sul, sendo que o quinto lugar ficou com a Barra da Tijuca, da recém criada zona sudoeste, valendo frisar que os autores e autoras inscritos vieram tanto dos metros quadrados mais caros quanto das comunidades da cidade.
 

Esse panorama mostra que a participação no prêmio não se restringe a uma zona ou faixa socioeconômica específica, refletindo a heterogeneidade do fazer literário do Rio em seus diferentes bairros.
 

Destaques de ruas: surpresas que dialogam com o dinamismo da cidade

A Rua das Laranjeiras, em primeiro lugar no ranking de ruas, confirma a presença de moradores engajados com a cultura e a literatura no bairro. Já o segundo lugar foi da Rua Uruguai, atravessando a Tijuca, o Andaraí e Bonsucesso, evidencia como uma única via conecta e revela o fazer literário distribuído ao longo do território. O terceiro e o quarto lugares ficaram respectivamente com a Avenida Dom Helder Câmara e a Praça Barão de Drumond, reafirmando os números mais expressivos de inscrições na Zona Norte. E o quinto lugar foi a grande surpresa: a Rua do Russel, na Glória, embora seja uma rua pequena, sua presença entre as cinco com maior número de inscritos chama atenção. A Glória vive atualmente um momento de efervescência cultural, e a participação expressiva da Rua do Russel parece dialogar com esse movimento, mostrando como espaços menores podem se tornar protagonistas em iniciativas culturais e literárias.
 

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Esses exemplos confirmam que o Rio é imprevisível e plural, e que as inscrições refletem tanto bairros consolidados culturalmente quanto espaços emergentes, que ganham relevância de forma surpreendente.
 

O mapa astral da literatura carioca

Além dos dados tradicionais, o prêmio também compilou - de forma lúdica - o “ranking astrológico” dos participantes. O signo mais presente entre os inscritos é Gêmeos (13%), tradicionalmente associado à comunicação e à escrita. Na sequência aparecem Câncer (10,8%), Capricórnio (9,3%), Aquário (9,3%), Touro (9%) e Libra (9%). No fim da lista, Sagitário (4,6%) é o signo com menor participação.

“A gente se divertiu com esse recorte. Se a literatura carioca tivesse um mapa astral, certamente seria geminiana”, brinca Bárbara.
 

O resultado completo ganhou uma postagem especial nas redes sociais do Prêmio, celebrando essa curiosa constelação literária e recebendo muito engajamento de seus seguidores.
 

Sobre o prêmio

Com júri formado por nomes como Jeferson Tenório, Mariana Salomão Carrara, Marcelo Moutinho, Cláudia Chigres, Juliana Leite e Leonardo Tonus, o Prêmio Carioca de Contos chega para fortalecer a produção local no ano em que o Rio de Janeiro é reconhecido pela UNESCO como Capital Mundial do Livro (2025).
 

Os 20 selecionados participarão de uma jornada formativa online, com cursos, mentoria individual e aula magna de marketing editorial. O livro coletivo com os contos será lançado em abril de 2026.
 

Saiba mais sobre o prêmio pelo Instagram: premiocariocadecontos ou no site www.premiocariocadecontos.com.br.

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