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Crédito: Jorge Junior/GEA
Governador Clécio acompanha Missa do Jubileu Afro-amapaense em Macapá: 'momento de comunhão'
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Governador Clécio acompanha Missa do Jubileu Afro-amapaense em Macapá: 'momento de comunhão'

  • Winicius Tavares
  • 14/12/2025
  • IDENTIDADE RELIGIOSA E CULTURAL
Celebração realizada na Catedral de São José reuniu comunidades quilombolas, grupos culturais afrodescendentes e autoridades em um momento de fé, identidade e comunhão.


A fé cristã de povos e a ancestralidade das comunidades tradicionais se uniram durante a celebração da Missa do Jubileu Afro-Amapaense, na Catedral de Macapá, neste domingo, 14. Para o governador Clécio Luís, a celebração representa a união dos povos em torno de uma fé que acolhe, fortalece e preserva identidades. 

“Esse é um momento de juntar todas as comunidades em torno da fé cristã, que une todo mundo. Quando a fé encontra a nossa ancestralidade, a esperança ganha voz. Isso aqui não é só uma missa, é um momento de comunhão. Porque celebrar a nossa fé também é resistir, acreditar e manter viva a nossa história”, afirmou Clécio Luís.

A Santa Missa foi conduzida pelo bispo Dom Antônio de Assis e contou com a presença de comunidades quilombolas e grupos culturais afrodescendentes, que mantêm viva a espiritualidade, a devoção popular e o sentimento comunitário como base da identidade religiosa e cultural.

A Santa Missa foi conduzida pelo bispo Dom Antônio de Assis, com ritos litúrgicos integrados a símbolos da cultura afro-amapaense
A Santa Missa foi conduzida pelo bispo Dom Antônio de Assis, com ritos litúrgicos integrados a símbolos da cultura afro-amapaense
Foto: Jorge Junior/GEA
Bispo Dom Antônio de Assis
Bispo Dom Antônio de Assis
Foto: Jorge Junior/GEA

“Que este dia de Deus, este evento e esta celebração sejam um momento oportuno para renovar nossos compromissos de fé em nível pessoal, fortalecer a fé das nossas famílias e das nossas comunidades. Que seja também um evento significativo para restaurar o amor no coração dos nossos líderes", discursou o bispo, em sua homilia.

A celebração seguiu os ritos litúrgicos tradicionais, com leituras, orações, preces e oferendas, integradas a símbolos da cultura afro-amapaense, como as imagens de São Tiago e São Jorge, além de cânticos acompanhados pelo batuque do marabaixo.

Padre Paulo Matias
Padre Paulo Matias
Foto: Jorge Junior/GEA

“Estamos aqui reunidos como povo, com nossa diversidade, nossa história e nossas origens. Estamos todos unidos pela fé. Somos católicos não apenas por tradição ou obrigação, mas por decisão, uma decisão que atravessa gerações, dos nossos pais e avós, e que seguimos ensinando aos nossos filhos, reafirmando a nossa fé e a nossa identidade", disse o coordenador da Pastoral Afro, Padre Paulo Matias.

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Jubileu Afro-Amapaense

O evento conecta-se à proclamação do Papa Francisco, que convocou o povo católico para o Jubileu da Esperança, nome do Ano Santo de 2025. A Pastoral Afro-Amapaense e Governo do Estado, por meio da Fundação Marabaixo, estão à frente da realização do evento. 

A programação, que encerra neste domingo, 14, promoveu dois dias de encontro religioso e cultural de comunidades quilombolas e grupos culturais afrodescendentes, peregrinação, rodas de conversa sobre fé e ancestralidade, feira afroempreendedora, apresentação de ladainha, marabaixo, batuque e folias, Santa Missa e almoço.

Cânticos acompanhados pelo batuque do marabaixo integraram a liturgia, valorizando expressões culturais reconhecidas como patrimônio do Amapá
Cânticos acompanhados pelo batuque do marabaixo integraram a liturgia, valorizando expressões culturais reconhecidas como patrimônio do Amapá
Foto: Jorge Junior/GEA

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