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No Jubileu Afro-amapaense, comunidades remanescentes celebram a fé e exaltam a união do povo
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No Jubileu Afro-amapaense, comunidades remanescentes celebram a fé e exaltam a união do povo

  • Gabriel Penha
  • 15/12/2025
  • FÉ E RESISTÊNCIA
Evento foi realizado pela Diocese de Macapá, com apoio do Governo do Estado pela Fundação Marabaixo.


Uma procissão reunindo representantes de grupos de comunidades remanescentes marcou o ponto alto do Jubileu Afro-amapaense, no final da manhã de domingo, 14, em Macapá. O evento é organizado pela Diocese de Macapá, com apoio do Governo do Estado pela Fundação Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Feppir - Fundação Marabaixo).

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A peregrinação reuniu bandeiras e imagens de santos das comunidades participantes, saindo da quadra da Igreja de São Benedito, no Laguinho, e percorrendo as principais ruas do bairro até a Catedral de São José, no Centro.

Procissão reuniu representantes de grupos de comunidades remanescentes
Procissão reuniu representantes de grupos de comunidades remanescentes
Foto: Gabriel Penha/Secom/GEA

Após a processão, houve missa presidida pelo bispo Dom Antônio de Assis Ribeiro e concelebrada pelo padre Paulo Roberto, coordenador da Pastoral Afro-brasileira. Em discurso, o bispo ressaltou que a fé é a base que alimenta a vida em família e em comunidade, reforçando ainda a importância da união e da fraternidade.   

Bispo Dom Antônio ressaltou que a fé é a base que alimenta a vida em família e em comunidade
Bispo Dom Antônio ressaltou que a fé é a base que alimenta a vida em família e em comunidade
Foto: Gabriel Penha/Secom/GEA

"Que cresçam cada vez mais a harmonia, a fraternidade e a justiça em todas as comunidades, bairros, quilombos, aldeias e em todos os nossos povos. Que a fé em Jesus Cristo possa restaurar e consolidar cada vez mais a nossa comunidade amapaense no bem, na justiça e na paz”, ressaltou.

O Jubileu Afro-amapaense foi um momento de comunhão e iteração entre as comunidades remanescentes, marcando o Jubileu da Esperança, programação comemorativa e enraizada na religiosidade popular destas comunidades.

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De acordo com a diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos, o Jubileu celebra a resistência do povo negro através da fé, destacando a força da religiosidade que permeia as manifestações religiosas, culturais e tradicionais dessas regiões. A gestora ainda enfatiza o papel do Governo do Estado, no cumprimento de seu papel institucional de salvaguardar e garantir a preservação dessa identidade cultural.  

Diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos
Diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos
Foto: Gabriel Penha/Secom/GEA

“As políticas, projetos e ações afirmativas do Governo do Estado para o fortalecimento das comunidades estão de mãos dadas com o objetivo do Jubileu Afro-Amapaense, que atende uma convocação do Vaticano e promove um evento inclusivo, focado na espiritualidade, tradição e resistência cultural”, destaca a gestora.

Após a celebração religiosa, as comunidades participaram de um almoço coletivo, na quadra do Centro Diocesano de Macapá. O evento encerrou com uma grande Roda Cultural, com batuque, marabaixo e outras tradições.

A participação de comunidades remanescentes marcou o ponto alto Jubileu Afro-amapaense, em Macapá
A participação de comunidades remanescentes marcou o ponto alto Jubileu Afro-amapaense, em Macapá

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Veja fotos

Crédito: Gabriel Penha/Secom/GEA
No Jubileu Afro-amapaense, comunidades remanescentes celebram a fé e exaltam a união do povo

Crédito: Gabriel Penha/Secom/GEA




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