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Crédito: Gian Pantoja/GEA
Governo do Amapá e Ministério Público do Trabalho alinham ações para fortalecer o combate ao trabalho análogo à escravidão
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Governo do Amapá e Ministério Público do Trabalho alinham ações para fortalecer o combate ao trabalho análogo à escravidão

  • Gian Pantoja
  • 17/12/2025
  • GARANTIA DE DIREITOS
Encontro reforçou a cooperação entre os órgãos e definiu novas reuniões para ampliar ações de combate e garantia de direitos.


Com vista no reforço de ações ao enfrentamento do trabalho análogo à escravidão, o Governo do Amapá, e o Ministério Público do Trabalho (MPT), se reuniram na manhã desta quarta-feira, 17, para alinhar estratégias integradas de prevenção, fiscalização e garantia de direitos trabalhistas.

A visita institucional ocorreu na sede da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos (Sedih), em Macapá, e serviu para aproximar as instituições que têm papéis distintos, porém complementares no combate ao trabalho análogo à escravidão, atuando de forma articulada em uma rede de proteção e repressão.

O chefe do Núcleo Trabalhista da Procuradoria Geral do Estado (PGE), Jimmy Negrão, destacou que o encontro é resultado da criação da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Estado do Amapá (COETRAE), que ainda está em fase de organização.

Chefe do Núcleo Trabalhista da Procuradoria Geral do Estado, Jimmy Negrão
Chefe do Núcleo Trabalhista da Procuradoria Geral do Estado, Jimmy Negrão
Foto: Gian Pantoja/GEA

“O MPT tomou conhecimento e achou importante a iniciativa do encontro e resolveu realizar a visita institucional para estreitar os laços com e gestão”, pontuou o representante da PGE.

A reunião contou com a participação do Procurador do Trabalho no Município de Macapá (PTM/AP), Hugo Anciães da Cunha e Bryan Marques, gerente do núcleo do direito da diversidade de gênero da Sedih.

Procurador do Trabalho no município de Macapá, Hugo Anciães
Procurador do Trabalho no município de Macapá, Hugo Anciães
Foto: Gian Pantoja/GEA

O presidente da Comissão de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos da Sedih, André Lopes, disse que este é o ponta pé inicial que visa não apenas o combate ao trabalho análogo à escravidão, más para a promoção e defesa de direito para que a gestão possa cuidar dos trabalhadores e das trabalhadoras.

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Presidente da Comissão de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos da Sedih, André Lopes
Presidente da Comissão de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos da Sedih, André Lopes
Foto: Gian Pantoja/GEA

“Esse diálogo é importante para que de fato possamos garantir a dignidade humana e superar de fato a questão do trabalho análogo à escravidão, e cada um fazendo a sua parte”, pontuou o presidente.

O Trabalho análogo à escravidão é considerado um crime caracterizado pela submissão de trabalhadores a condições degradantes, jornadas exaustivas, trabalho forçado ou servidão por dívida, privando-os de dignidade e liberdade.

Os principais elementos que caracterizam essa prática são:

  • Condições Degradantes: Ambientes de trabalho insalubres, sem higiene, segurança ou alimentação adequada.
  • Jornada Exaustiva: Carga horária que vai além da exaustão física, colocando em risco a saúde ou a vida do trabalhador.
  • Servidão por Dívida: Criação de dívidas fraudulentas (transporte, moradia, alimentação) que prendem o trabalhador ao local de trabalho.
  • Restrição de Locomoção: Retenção de documentos, vigilância ostensiva ou isolamento geográfico para impedir a saída do trabalhador. 

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