Dando continuidade ao Mutirão de Castração, o Governo do Estado e o Instituto Golias deram início, nesta terça-feira (23), à segunda fase da iniciativa voltada para os moradores do bairro Central e arredores. Os atendimentos acontecem na unidade móvel (carreta), instalada no Mercado Central.
A tutora e moradora do bairro Novo Horizonte, Jaqueline Marques Carvalho, de 25 anos, diz que o atendimento da equipe na Carreta foi muito ágil, rápido e eficiente.
"Adorei o atendimento da carreta para o meu pet Nino, de 8 meses. Ter esse apoio é fundamental para cuidar bem dos pets. O atendimento na carreta foi perfeito: ágil, rápido, eficiente e do agendamento à saída", ressaltou.
Após o sucesso da primeira etapa no Residencial Macapaba, que ultrapassou a marca de 500 animais atendidos, sendo 280 caninos e 220 felinos, a segunda fase da iniciativa chega ao Mercado Central. A ação promete beneficiar os tutores de pets dos bairros vizinhos, destacou a secretária do Bem-Estar Animal (Secbea), Liana Leitão.
"Juntos, o Governo do Estado e o Instituto Golias seguem firmes nessa missão! É fundamental que os tutores fiquem atentos às orientações disponíveis na plataforma Castra Amapá e acompanhem o cronograma e os locais dos próximos atendimentos em nossos canais de comunicação. Cuidar dos nossos animais é cuidar do futuro da nossa comunidade", destacou a gestora.
Dentre os cuidados, a veterinária do Instituto Golias, Thaís do Carmo Silva, alerta para os cuidados que os pais de pets devem ter antes do procedimento.
"É fundamental trazer gatos em caixas de transporte e cães com guia curta (ou focinheira se forem bravos) para evitar fugas e acidentes. O jejum pré-operatório deve ser rigorosamente seguido de 8 a 12 horas, pois períodos inadequados, especialmente os muito longos, resultam na reprovação e reagendamento do procedimento pelo risco de óbito", alertou.
Na chegada, o animal passa por cadastro e exame físico detalhado (avaliando lesões, pele, vacinação, esporotricose e vermifugação), sendo fundamental a sinceridade do tutor sobre o jejum e o histórico de saúde. No pós-operatório, o uso simultâneo da roupinha cirúrgica e do colar elizabetano é indispensável para evitar que o pet mexa nos pontos.
