Domingo, 8 de Novembro de 2026 · Macapá-AP Portal Eleições 2026 Municípios
Amapá Digital Amapá Digital
◆ Premium
Últimas
Enem 2026 começa neste domingo; veja onde consultar o local de prova Polícia Civil cumpre mandado de prisão preventiva contra investigado por homicídio qualificado em Mazagão Polícia Civil indicia homem por discriminação contra nordestinos nas redes sociais Polícia Civil pede colaboração da população para localizar criança desaparecida Polícia Civil resgata cão vítima de maus-tratos e abandono no bairro Cidade Nova Batalhão de Força Tática prende dois suspeitos de tráfico de drogas em Macapá 10/11: Dia Mundial do Ceratocone: Coçar os olhos pode agravar doença que compromete a visão Web Summit 2026: a IA cria um novo ponto cego nas entrevistas de emprego Sistema FIEPA participa da COP31, na Turquia CEA Equatorial realiza manutenções na rede elétrica entre os dias 7 e 14 de novembro Após recusar proposta de ‘mil camelos’, ex-candidata a vereadora faz ensaio de ‘casamento consigo mesma’ em Dubai Jogos virtuais e redes sociais viram ambientes para golpes contra crianças e adolescentes, alerta Santander Câmara Mirim leva jornada parlamentar para dentro das escolas em edição do bicentenário Comissão aprova ampliação de R$ 13,5 bilhões no crédito a exportadores 'São oportunidades que não podemos desperdiçar', diz indígena durante ação da 9ª edição do TCE na Comunidade em Oiapoque Governo do Amapá reforça prazo final de 15 de novembro para termino da Campanha de Atualização Cadastral 2026 Enem 2026 começa neste domingo; veja onde consultar o local de prova Polícia Civil cumpre mandado de prisão preventiva contra investigado por homicídio qualificado em Mazagão Polícia Civil indicia homem por discriminação contra nordestinos nas redes sociais Polícia Civil pede colaboração da população para localizar criança desaparecida Polícia Civil resgata cão vítima de maus-tratos e abandono no bairro Cidade Nova Batalhão de Força Tática prende dois suspeitos de tráfico de drogas em Macapá 10/11: Dia Mundial do Ceratocone: Coçar os olhos pode agravar doença que compromete a visão Web Summit 2026: a IA cria um novo ponto cego nas entrevistas de emprego Sistema FIEPA participa da COP31, na Turquia CEA Equatorial realiza manutenções na rede elétrica entre os dias 7 e 14 de novembro Após recusar proposta de ‘mil camelos’, ex-candidata a vereadora faz ensaio de ‘casamento consigo mesma’ em Dubai Jogos virtuais e redes sociais viram ambientes para golpes contra crianças e adolescentes, alerta Santander Câmara Mirim leva jornada parlamentar para dentro das escolas em edição do bicentenário Comissão aprova ampliação de R$ 13,5 bilhões no crédito a exportadores 'São oportunidades que não podemos desperdiçar', diz indígena durante ação da 9ª edição do TCE na Comunidade em Oiapoque Governo do Amapá reforça prazo final de 15 de novembro para termino da Campanha de Atualização Cadastral 2026
Publicidade
BLACK FRIDAY MAGAZINE LUIZA PARA O AMAPÁ
Senado Federal

Comissão aprova ampliação de R$ 13,5 bilhões no crédito a exportadores

A Comissão Mista da Medida Provisória (MP) 1.379/2026 aprovou nesta quinta-feira (5) a ampliação em até R$ 13,5 bilhões dos recursos do Plano Brasil Soberano destinados a empresas exportadoras e seus fornecedores. A proposta recebeu parecer favorável da senadora Leany Lemos (PSB-DF), com uma emenda, e segue para análise dos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Autor: Da Agência Senado Fonte: Da Agência Senado 07/11/2026 às 00:00
Publicidade
Comissão aprova ampliação de R$ 13,5 bilhões no crédito a exportadores
Waldemir Barreto/Agência Senado

A medida altera a Lei 15.473, de 2026, que criou linhas de financiamento para empresas afetadas por tarifas comerciais e instabilidades internacionais. Atualmente, o programa prevê até R$ 15 bilhões em recursos da União. Com a ampliação, o limite poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

A tramitação do texto foi acelerada, explicou o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), vice-presidente da comissão, devido ao prazo exíguo até a perda de eficácia da MP: o próximo dia 18.

Segundo Randolfe, a medida foi uma resposta a uma “agressão externa”, representada pela elevação de tarifas imposta pelos Estados Unidos.

— O Brasil, no universo das nações, desde o seu nascedouro, não quer guerra com ninguém. Mas, ao mesmo tempo, é um país soberano, em que ninguém interferirá ou atacará os nossos cidadãos, as nossas cidadãs e as nossas empresas — afirmou.

Setores atendidos

O reforço busca atender ao aumento da procura por crédito depois que o Congresso ampliou o alcance do programa. Além da indústria e de seus fornecedores, passaram a ser contempladas empresas exportadoras dos setores agrícola, pecuário, florestal, pesqueiro, aquícola (criação de peixes e outros organismos aquáticos) e mineral, incluindo produtos beneficiados e seus fornecedores.

Os financiamentos podem ser usados para investimentos, compra de máquinas, apoio às exportações e capital de giro.

Segundo o parecer, as duas primeiras edições do Plano Brasil Soberano aprovaram mais de R$ 27 bilhões em financiamentos, distribuídos em mais de 1.700 operações, com participação expressiva de micro, pequenas e médias empresas. Na terceira edição, a demanda já supera R$ 10 bilhões, com cerca de R$ 7,7 bilhões aprovados em mais de 560 operações.

Ao defender a proposta, Leany Lemos ressaltou a importância de manter uma estrutura de financiamento público capaz de apoiar o setor produtivo em situações de crise, como recessões, eventos climáticos extremos e conflitos comerciais. A senadora, que presidiu o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), destacou o papel dos bancos de desenvolvimento no financiamento das empresas e na geração de empregos e exportações.

— É nesses momentos muito críticos que isso mostra a importância de você ter um sistema de fomento estruturado, como nós temos no Brasil: o BNDES, o Basa, o BNB, o BRDE, do qual eu fui presidente, o Bandes e o BDMG, que são os nossos bancos de desenvolvimento — argumentou.

A proposta permite combinar os recursos da União com dinheiro próprio do BNDES, aumentando a capacidade de financiamento sem custo adicional para o Tesouro Nacional, segundo a relatora.

O banco deverá apresentar um plano de aplicação dos recursos adicionais, sujeito à aprovação de um conselho interministerial, coordenado pela Casa Civil e integrado pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, da Fazenda e do Planejamento e Orçamento.

Fonte de recursos

A relatora retirou do texto original a exigência de que os R$ 13,5 bilhões adicionais fossem provenientes exclusivamente de valores devolvidos à União em operações anteriores. Segundo Leany Lemos, essa vinculação poderia limitar a efetividade da medida, caso as devoluções fossem inferiores ao valor autorizado ou ocorressem em ritmo incompatível com a necessidade de contratação dos empréstimos.

Com a mudança, o governo poderá indicar outras fontes de recursos durante o processo orçamentário. O limite adicional permanece em R$ 13,5 bilhões, e a liberação do dinheiro continuará dependendo de autorização e previsão no Orçamento.

A senadora ressaltou que os financiamentos são reembolsáveis e que o risco de crédito é assumido pelo BNDES e pelas instituições financeiras habilitadas. Os recursos retornam ao longo do prazo das operações, o que diferencia a modalidade de uma despesa direta do governo.

Emendas rejeitadas

O parecer rejeitou cinco emendas apresentadas à medida provisória. Entre as propostas estavam a reserva de pelo menos 25% dos recursos para micro, pequenas e médias empresas, a criação de um fundo permanente de crédito à exportação e a destinação de parte dos financiamentos a segmentos específicos.

A relatora considerou que algumas dessas medidas poderiam reduzir a flexibilidade na distribuição dos recursos ou impor exigências que atrasariam a concessão dos empréstimos. Também avaliou que a criação de um fundo permanente deveria ser discutida em projeto de lei específico, por extrapolar o objetivo da medida provisória.

Relacionadas

Mais da editoria →